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1º Hemonúcleo do Interior deve ser entregue em dezembro




A primeira unidade com estrutura para fazer exames laboratoriais de baixa e média complexidade, diagnóstico rápido, coleta, fracionamento e transfusão de sangue está com 40% da obra concluída. O complexo, chamado de hemonúcleo faz parte de um projeto de expansão do serviço de hemoterapia para o interior do Estado, executado pela Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). O primeiro hemonúcleo está sendo instalado no município de Coari (a 363 km de Manaus) e deve ficar pronto até dezembro deste ano.


Além de Coari, Tabatinga, Itacoatiara, Manacapuru, Humaitá, Parintins, São Gabriel da Cachoeira e Tefé estão no mapa das cidades que receberão hemonúcleos com essa mesma infraestrutura. Além de ampliar o acesso à hemoterapia, os hemonúcleos devem descentralizar demandas executadas exclusivamente pela sede do Hemoam, na capital. Dentre os serviços, destacam-se o atendimento a pacientes com hemoglobinopatias e coagulopatias e o cadastro para doadores de medula óssea.


Mais conforto aos doadores - Com os hemonúcleos a capacidade de coleta de sangue também aumentará e oferecerá mais conforto aos doadores. Todo sangue coletado será processado no mesmo local para obtenção dos componentes: Plasma Fresco e Congelado e Concentrado de Plaquetas, esse último, administrado em casos de hemorragias graves que podem levar o paciente à morte.


“Precisamos fortalecer a hemorrede e dar mais acessibilidade para a população do interior a serviços e tratamentos que só é possível hoje na capital. Com os hemonúcleos vamos poupar os cidadãos do deslocamento que em alguns casos pode custar dias”, destacou a diretora-presidente do Hemoam, Socorro Sampaio, acrescentando que o projeto inclui a realização de exames de alto custo e espaço para qualificação profissional dos técnicos que atuam na hemorrede.


Logística facilitada - A gerente da hemorrede do Interior, Elcy Coelho, complementa que a logística ficará muito mais fácil com a implementação dessa infraestrutura. “Os municípios adjacentes também serão beneficiados porque a logística intermunicipal permitirá que os produtos saiam de um município para outro com qualidade e segurança para o paciente”, avaliou.


Cada hemonúcleo custa em média pouco mais de R$ 2 milhões, considerando obra civil e equipamentos. O próximo hemonúcleo a ser implantado será no município de Tabatinga, cujo projeto já está aprovado e em fase de licitação pela Comissão Geral de Licitação (CGL). O projeto dos hemonúcleos prevê o pleno funcionamento das oito unidades até 2022.  

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