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Prejuízo Fabricas do Distrito Industrial de Manaus fecham e mandam funcionários para casa de férias



Manaus – A fábrica da Samsung situada no Polo Industrial de Manaus divulgou nesta terça-feira (24) que vai interromper as atividades até o dia 29 como medida de prevenção ao novo coronavírus. Os funcionários, segundo informado por meio da assessoria de imprensa, serão afastados com licença remunerada.


A decisão de interromper a linha de produção deve afetar cerca de 7 mil funcionários, entre diretos e terceirizados (como alimentação, transporte, limpeza), segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas (Sindmetal), Valdemir Santana. A assessoria da Samsung não confirmou o número de funcionários que terão licença.


Por meio de nota, a Samsung comunicou que as equipes que trabalham nos escritórios em São Paulo e Campinas estão trabalhando em casa desde segunda-feira (23).

Outras empresas seguem a mesma linha para combater o Corona Virus

A Moto Honda e BMW também anunciaram fechamento. 


A Moto Honda e BMW informaram nesta terça-feira (24) que vão paralisar a produção de motocicletas no Brasil em função da pandemia do Covid-19.  As atividades nas duas fábricas, localizadas em Manaus, serão suspensas até abril.


No caso da Honda, que possui quase 80% do mercado, e tem a maior fábrica de motos do Brasil, a paralisação começa na próxima sexta-feira, 27 de março, e com previsão de retorno em 20 de abril.

De acordo com a Honda, entre 27 e 30 de março, os funcionários vão usar o banco de horas para compensar os dias não trabalhados. A partir do dia 30, entrarão em férias coletivas.

A empresa ainda informou que vai direcionar “o maior número possível de profissionais das áreas administrativas para férias coletivas ou regime de home office”. A fábrica de Manaus, inclusive, é a maior do tipo no país. Ela foi inaugurada em 1976, e, recentemente, alcançou o marco de 25 milhões de unidades produzidas.


Em todo o Brasil as empresas seguem fechando e dando férias coletiva para seus colaboradores, veja; 

Mais empresas decidiram paralisar operações a partir desta semana em decorrência do avanço da pandemia da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. Em alguns casos, as companhias concederam férias coletivas aos funcionários.


Dasa, maior rede de medicina diagnóstica do país, vai fechar temporariamente 287 unidades a partir de hoje. Com isso, permanecerão abertos 450 laboratórios. O fechamento é devido ao baixo movimento nas cidades e à necessidade de isolamento para evitar que a covid-19 se alastre.

CVC suspendeu em todas as suas unidades as programações de viagens do período de 21 de março a 10 de abril. A BK Brasil, operadora do Burger King e Popeyes, anunciou que, a partir de hoje, as lojas funcionarão apenas para entrega, drive-thru e viagem no Brasil. A Guararapes fechou todas as lojas da Riachuelo desde sábado, por tempo indeterminado. A Multiplan suspendeu temporariamente as operações de shopping centers localizados em Canoas (RS), em Curitiba, em Jundiaí (SP), e em Ribeirão Preto (SP) no fim de semana. A Iguatemi informou em comunicado que, atendendo recomendação do governo do Estado de São Paulo, suspendeu desde sábado o atendimento de lojas dos shoppings em Sorocaba (SP), São Carlos (SP), Ribeirão Preto (SP) e São José do Rio Preto (SP). A administradora de shoppings BR Malls anunciou a suspensão das operações dos shoppings centers de seu portfólio a partir de hoje (23). Os serviços de delivery, no entanto, serão permitidos nos shoppings onde o poder público não restringiu essa atividade. Por fim, a empresa disse que segue as melhores práticas para evitar a proliferação do covid-19. Férias coletivas A Vulcabras decidiu paralisar todas as fábricas e escritórios, em decorrência da pandemia da covid-19. Toda a companhia permanecerá em férias coletivas por 21 dias, contados a partir da próxima segunda-feira, com exceção de alguns departamentos essenciais que trabalharão de forma remota e com equipe reduzida. A Karsten tomou uma decisão parecida e concedeu 15 dias de férias a parte de seus funcionários. A exceção, segundo a companhia, será para trabalhadores cuja função possa ser exercida em casa e seja considerada essencial para manter a capacidade mínima necessária de funcionamento. Com 6 mil funcionários no Brasil, a Toyota decidiu dar férias coletivas ao pessoal de produção de suas quatro fábricas no país e manter a equipe administrativa em trabalho remoto. As férias na Toyota serão entre os dias 24 de março e 6 de abril e envolvem as unidades de São Bernardo do Campo, Porto Feliz, Indaiatuba e Sorocaba, todas no Estado de São Paulo. Em Araquari, Santa Catarina, a BMW também paralisará a produção de sua fábrica entre 30 de março e 22 de abril. No caso da BMW, a dispensa dos operários se dará por férias coletivas, banco de horas e folgas. A empresa manterá, por enquanto, a produção de motocicletas em Manaus. A gaúcha Kepler Weber, de silos e armazéns, anunciou uma série de medidas, dentre elas férias coletivas nas unidades fabris de Panambi (RS) e Campo Grande (MS) pelo prazo de 20 dias, contados a partir de hoje, visando preservar a saúde de seus colaboradores e informou que, até o momento, nenhum funcionário foi testado positivo para o novo coronavírus. Magazine Luiza O Magazine Luiza anunciou o cancelamento das assembleias gerais ordinária extraordinária previstas para 9 de abril, devido à pandemia de coronavírus. A companhia também anunciou o fechamento de todas suas lojas físicas. A varejista ainda não determinou uma nova data para realização das reuniões com os acionistas. Desde o início da crise no país, o Magazine Luiza instalou um comitê de contingência, que se reúne diariamente. Boa parte da equipe administrativa está trabalhando em regime remoto e viagens e eventos foram suspensos. Arezzo A Arezzo & Co. dona das marcas Arezzo, Anacapri, Alexandre Birman, Schutz, Alme, Fiever e Vans (esta última, no Brasil), decidiu reduzir em 30% os salários do presidente, Alexandre Birman, dos diretores executivos e conselheiros. A medida faz parte dos esforços da companhia para tornar a operação adequada ao cenário de pandemia de covid-19. A companhia estruturou um comitê de crise, formado por membros da administração, que definiu ações de contingência para a empresa. Como parte das medidas, a Arezzo adotou trabalho remoto desde o dia 16, com antecipação de férias e uso de banco de horas para empregados cujas atividades podem ser feitas de casa. A Arezzo também suspendeu as atividades das fábricas a partir de hoje (dia 23), concedendo férias coletivas aos funcionários. Para as redes de franquias, a Arezzo vai alterar prazo de pagamentos de royalties e reduzir o volume de entrega de produtos nas lojas, considerando a retração esperada na demanda. Em contrapartida, a empresa informou que vai apoiar a migração das vendas físicas para o comércio eletrônico, como o envio de códigos de descontos pelos vendedores digitais para suas clientes comprarem on-line, com comissão para o vendedor e a loja de franquia. A Arezzo informou ainda que trabalha para reduzir as despesas no Brasil e nos Estados Unidos. A empresa reavalia o plano de investimentos para o ano, para preservar o seu caixa. Ainda com o objetivo de fortalecer o caixa, a empresa fará captação de dívida bancária “em custo favorável”, informou em comunicado, sem dar mais detalhes. MRV O conselho de administração da MRV aprovou um programa para recomprar até 15 milhões de ações, o equivalente a 5,1% da quantidade de papéis em circulação. O programa terá duração de 18 meses, com fim marcado para 15 de setembro. Copasa O conselho de administração da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) aprovou a distribuição de R$ 45,4 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), referentes ao primeiro trimestre de 2020. Terão direito aos proventos os acionistas com posição em 25 de março. Romi O conselho de administração da Indústrias Romi aprovou a contratação de dois empréstimos para capital de giro, nos montantes de até R$ 15 milhões e R$ 12,2 milhões. Dimed Os acionistas da Dimed, distribuidora de produtos farmacêuticos e dona da rede Panvel, aprovaram o desdobramento das ações ordinárias e preferenciais na proporção de 30 para uma, sem qualquer alteração no valor do capital social da companhia. A medida foi aprovada por unanimidade. Renova A Renova Energia aceitou a oferta vinculante apresentada pela ARC Capital, com a G5 Administradora de Recursos e a XP Vista Asset Management de financiamento para a conclusão das obras do Complexo Eólico Alto Sertão III – Fase A.

Balanços

Eneva Vivara divulgam os resultados hoje, após fechamento do mercado. Maestro e Stara também apresentam balanços, sem horário definido.

A operadora de plano de saúde Hapvida adiou de 23 para 25 de março a divulgação de suas demonstrações financeiras.

Vale

A Vale divulgou que 21 das 25 recomendações apresentadas no relatório final do Comitê Independente de Assessoramento Extraordinário de Apuração (CIAE-A) já vinham sendo tratadas pela empresa através de ações para o aprimoramento de controles internos.

Segundo ela, 95% das ações estarão concluídas até o fim de 2020 e todas devem ser finalizadas até dezembro de 2022.

Aéreas

A TAP vai reduzir temporariamente a oferta de voos para o Brasil de 75 frequências semanais para três, sendo dois voos por semana de Lisboa a São Paulo e um de Lisboa ao Rio.

A Copa Airlines vai suspender todas as suas operações a partir de hoje até 21 de abril. O governo do Panamá decretou a proibição de todos os voos internacionais de passageiros, a partir das 23h59, do próximo domingo, 22 de março, até 21 de abril de 2020, como proteção contra a pandemia de covid-19.

IRB

O IRB informou que Lúcia Maria da Silva Valle foi destituída do cargo de vice-presidente executiva de riscos e conformidade. Ela será substituída por Wilson Toneto, que foi CEO da Mapfre, e presidente do Conselho de Administração do Grupo Segurador BB e Mapfre. A decisão foi do conselho de administração do ressegurador.

Lúcia Maria era participante do programa de superação do IRB, que iria conferir R$ 61 milhões a três executivos se as ações da empresa dobrassem de valor em três anos. Os outros dois beneficiários eram José Cardoso e Fernando Passos, ex-presidente e diretor financeiro, que deixaram a empresa no início do mês depois que o Berkshire Hathaway negou que estivesse comprando ações do IRB.

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