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Patrão de brasileira morta em Lisboa pagará translado do corpo

17/11/2017

Foto: reprodução internet 

 

Agora há pouco, no início da tarde desta sexta-feira (17), o patrão de Ivanice Carvalho da Costa, a brasileira morta acidentalmente pela polícia portuguesa, se ofereceu para pagar o translado do corpo de Lisboa para o Brasil.

 

"O dono do café do aeroporto, onde trabalhava a 'Nice', vai pagar estas despesas", revelou ao jornal português Expresso, a tia materna da vítima, Célia da Costa.

 

A brasileira foi atingida no pescoço e morreu antes de chegar ao hospital. Segundo a imprensa portuguesa, o carro em que ela estava com o marido foi atingido por pelo menos 20 tiros. Os policiais estavam em busca de um veículo modelo Seat Leon de cor preta usado por assaltantes que atacaram um caixa eletrônico. A vítima e o marido estavam em um Renault Megane preto, a caminho do trabalho, no Aeroporto de Lisboa.

Ainda conforme informações da imprensa portuguesa, o marido da vítima, que também é brasileiro, estava sem habilitação e sem seguro do carro. Por isso, quando recebeu ordem de parada da polícia, se assustou e tentou recuar. Após furar uma barreira, o veículo foi atingido por cerca de 20 disparos.

Mobilização de brasileiros

 

Contudo, antes de existir uma solução para o translado do corpo de Ivanice Carvalho da Costa, um 'post' dentro do grupo chamado "Apoio a brasileiros em Lisboa" na rede social Facebook, a jovem Raquel Froes, 25 anos, abriu um tópico com a sugestão de ajuda à família da vítima, para angariar fundos e colaborar com o envio do corpo para o país.

 

Logo em seguida, mais de 200 brasileiros responderam ao chamado e se mostraram dispostos a ajudar financeiramente. Segundo Raquel, que inclusive é voluntária numa ONG de apoio a imigrantes em Lisboa, como não se podia contar nem com o Itamaraty e tão pouco com o Ministério da Administração Interna de Portugal no que diz respeito ao dinheiro, o jeito era se unir e contar com a solidariedade uns dos outros.

 

"Falei com a embaixada [brasileira] em Lisboa e eles já informaram que é pouco provável que o Itamaraty colabore financeiramente, já que teriam que fazer o mesmo com todos os imigrantes espalhados pelo mundo em casos similares. O ministério [da Administração Interna] de Portugal também não paga esse translado, pois assim assumiria um papel de culpa, o que não é ocaso", explicou.

 

Raquel também informou que já havia entrado em contato com a família da brasileira em Amaporã, no noroeste do Paraná, e que eles disseram que não tinham condições financeiras para fazer o translado do corpo. Até a manhã desta sexta (17), a mãe da vítima Maria Luzia Silva Carvalho da Costa, dizia que o Governo português era quem tinha que providenciar o envio do corpo.

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