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Em entrevista exclusiva o cabelereiro Jardel, diz está sendo perseguido pelo capitão Alberto Neto

29/12/2017

Foto: (Reprodução/internet) 

 

Manaus/AM - Na noite da última quarta-feira (27/12), o conhecido cabelereiro Jardel Deltrudes, que foi candidato ao governo do Estado do Amazonas na eleição suplementar desse ano, foi preso sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo. O ocorrido foi amplamente divulgado nas redes sociais, blogs, portais e veículos de imprensa da cidade.

 

O caso virou polêmica, depois que Jardel não aguentando a pressão que segundo ele vem sofrendo, decidiu fazer uma live em uma de suas redes sociais, em que diz está sendo perseguido pelo conhecido Capitão da força tática da PM do Amazonas, Alberto Neto. Capitão Alberto, como gosta de ser chamado, virou uma web celebrity, depois que decidiu transformar o seu cotidiano em um reality show na internet. Em suas redes sociais, ele aparece combatendo o crime e mostrando o seu cotidiano. Até aí tudo bem. O fato é que depois que decidiu montar o Portal do Capitão, site de notícias policiais que Alberto mantém na internet, fica cada dia mais evidente o uso da estrutura da Polícia Militar na cobertura dos fatos policiais que o site do capitão divulga.

 

O blogueiro Marcelo Generoso, fez ontem uma postagem em seu facebook, onde ele questiona as ações do capitão e o uso da estrutura da PM nelas. A postagem repercutiu e depois da prisão do cabelereiro Jardel, a polêmica ganhou uma proporção enorme.

 

Em entrevista exclusiva dada ao Blog da Amazônia ontem em seu salão no Parque Shangrilá, Jardel afirmou a nossa equipe que no momento em foi detido, o capitão não estava na viatura que efetuou sua prisão. Jardel disse que foi seguido por uma viatura da PM, desde o momento em que entrou na Avenida das Torres ao sair de seu estabelecimento. Achou estranho, porque em diversos momentos a viatura emparelhou com seu veículo e continuou o seguindo. Assustado, Jardel decidiu parar em uma peixaria e a viatura sumiu. Após isso, Jardel que tinha como destino a residencia do neto, no bairro Jorge Teixeira, seguiu para o bairro. Logo em seguida a viatura passou a segui-lo novamente, o abordando no bairro da Paz. Ao receber voz de parada da viatura, Jardel decidiu parar seu veículo em um posto de combustível onde havia movimentação de pessoas.

 

 Foto: (Reprodução/vídeo)

 

Ao parar o veículo, os policias, segundo Jardel, o abordaram com truculência e ao revistar seu veículo encontraram uma arma atrás do porta-luvas do carro, que Jardel não confirma ser dele. Ao chegar na delegacia, os policiais mantiveram Jardel e um amigo que também foi detido com ele na abordagem policial, por cerca de uma hora dentro da viatura. Segundo Jardel, o tempo em que ficou dentro da viatura na frente da delegacia, foi para que desse tempo da imprensa chegar. Jardel também afirma ter sido agredido pelos policiais, com chutes na costela.

 

Quando Jardel foi retirado da viatura, percebeu que o Capitão Alberto estava no local e achou estranho aquilo. Pois o mesmo não teria participado da abordagem policial. Jardel disse na entrevista, que implorou pedindo aos policiais que o tirassem da viatura, pois estava sufocado e já quase desidratado. Mas os policiais não abriam. Ao sair da viatura, Jardel disse que foi abordado pelo capitão, que queria que ele dessa a senha do celular para que ele verificasse o mesmo. Jardel disse que não daria a senha, porque aquele não era o papel do capitão e sim da polícia civil. Daí, Jardel passou a sofrer uma verdadeira pressão psicológica por parte do capitão, que o fez diversos questionamentos. Perguntando se ele tinha envolvimento com o tráfico e querendo atribuir a propriedade da arma encontrada em seu carro a ele.

 

Jardel disse na entrevista que o capitão montou aquela cena para se promover em cima de sua prisão. Deu entrevista a diversos veículos de imprensa que estavam cobrindo o fato no local e depois fez uma live em sua rede social facebook, em que falou, segundo Jardel, que o cabelereiro deveria baixar para penitenciária.

 

Jardel acredita que o Capitão vem utilizando a estrutura da policia militar para se auto-promover, já que supostamente será candidato a cargo político nas próximas eleições.

 

Assista a entrevista:

 

 

 

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